Sobre aprendizagens e ritos de passagem…
“O Instituto Fonte é um lugar de aprendizagem. Espaço de oportunidades para contribuir com o desenvolvimento de pessoas e organizações diversas que lutam pela garantia dos Direitos Humanos e querem levar seus projetos para o mundo. No Fonte, a gente aprende a escutar melhor, ver melhor, fazer leitura de contexto, a escrever e publicar. É um espaço de liberdade para criar ideias que ajudam outras organizações a realizar seus programas e projetos. Ou seja, um lugar de MUITAS oportunidades. E eu experimentei todas. Saio com uma bagagem imensa para seguir viagem.”
Helena Rondon
No Instituto Fonte, lidamos intensamente com a transformação. E temos um jeito de olhar para a mudança como um processo vivo.
Ao longo dos anos, vivenciamos nossos próprios processos de transformação e das pessoas que nos fazem ser quem somos. Com quem compartilhamos sonhos e aprendemos a sonhar em comunhão.
Fizemos isso por 18 anos com a companhia de Helena Rondon, que vai voar por outras searas profissionais. Foram tempos de amizade, companheirismo, cuidados mútuos. Percorremos o Brasil lado a lado, ensinando mulheres da área rural a captar recursos, ou falando de cidadania com a juventude, ou contribuindo com desenvolvimento de lideranças sociais, ou fortalecendo processos de gestão em organizações que dialogam com a base forte do povo brasileiro.
Helena esteve na gestão do Instituto Fonte nos últimos oito anos e com ela aprendemos e construímos muito. Ela nos agraciou com um olhar cuidadoso sobre o que o Fonte representa em sua trajetória.
E nós, celebramos e agradecemos a você, Helena. E desejamos o seu sucesso, sempre.






Muito longe de explanar sobre planos e tabelas, a publicitária tratou de um processo de comunicação repleto de vida, de pessoas, de ideias circulando em torno da proposta de transformar a realidade da fome no Brasil. “Quem tem fome tem pressa” ou “Você tem fome de quê?” foram alguns dos slogans que marcaram a trajetória da Ação da Cidadania nesses quase 30 anos desde sua criação e que trouxeram diferentes reflexões em toda a sociedade em torno do tema da fome.



















































































O plano pretende ser uma ferramenta para impulsionar a implementação e lançar este centro para o mundo. Para Helena Gomes, consultora que tem acompanhado todos os processos junto a organizações sociais nordestinas, esse foi um trabalho bem desafiador. “Apesar da nossa equipe pequena, a gente se esticou e com muita emoção e debates, colocamos muitos quereres numa panela só”, explicou.
O encontro da equipe com a consultoria do Instituto Fonte permite que ideias brotem e metas mais refinadas se desenhem coletivamente. É muito rico observar o instrumental das consultoras e usufruir dele para se reposicionar frente aos desafios do CTS e também se enxergar como parte do todo Pracatum. É um processo de imersão que gera fertilidade.