Projeto Fortalecendo a resiliência divulga sua agenda do segundo semestre de 2017
Em cooperação com as Secretarias Municipais de Defesa Civil e Educação de Petrópolis e a Escola de Defesa Civil do Estado do Rio de Janeiro – ESDEC-RJ, os eventos estão programados para acontecerem nas escolas e outros espaços públicos de Petrópolis
As ações propostas pelo projeto Fortalecendo a Resiliência aos Desastres na Região Serrana do Rio de Janeiro já foram implementadas em dez escolas municipais de Petrópolis, que representam diferentes territórios da cidade.
O projeto tem o objetivo de estimular redes comunitárias de redução de risco de desastres (RRD), com capacitação e estreitamento da cooperação entre escolas municipais e Núcleos Comunitários de Defesa Civil (Nudecs).
Para o segundo semestre, importantes ações de formação e mobilização das comunidades estão agendadas. Elas fazem parte da proposta de fortalecer a formação e o debate de temas estratégicos, envolvendo agentes locais e articulando ações capazes de reduzir os impactos gerados pelos desastres socioambientais.
A coordenadora de campo do projeto, Roberta Dutra, destaca a importância desses eventos em favorecer a integração dos segmentos envolvidos nas ações, como escolas e Nudecs. “Além disso, é importante dizer que essa agenda do segundo semestre é pública e teremos oportunidade de apresentar para sociedade e pra todos que acompanham o projeto as ações que estão sendo desenvolvidas desde o início, como a metodologia, as ferramentas construídas, os planos de ação, as práticas adotadas”, explica Roberta.
O encerramento do projeto ocorrerá em dezembro, com um seminário envolvendo escolas e comunidades participantes nos dez territórios de Petrópolis,assim como os parceiros e financiadores do projeto. Para esse seminário, serão convidados os demais municípios vizinhos da região serrana do RJ, para o compartilhamento dos aprendizados.
A tabela com todos os eventos do segundo semestre está no final da publicação.
Sobre o projeto: Fortalecendo a Resiliência faz parte de uma pesquisa mundial, que conta com apoio da C&A Foundation (Instituto C&A no Brasil) e coordenada pela Save the Children, e que engloba cinco países: China, Índia, Bangladesh, México e Brasil, sendo que no Brasil, o projeto ocorre em Petrópolis.
No Brasil, é implementado pelo Instituto Fonte e sua proposta consiste em integrar as ações de diferentes atores sociais: escolas, Nudecs, com a realização cooperativa de microprojetos em cada uma dessas dez comunidades. A sistematização da implementação do projeto nos dez territórios nos quais se propõe atuar,se transformará em um treinamento para os professores da Escola de Defesa Civil do Estado do Rio de Janeiro (Esdec), sobre a construção de comunidades resilientes, a fim de tornar essa metodologia acessível para os demais municípios do Estado do Rio de Janeiro.

Informações: Tião Guerra (coordenador do projeto) – (22) 981349434
*as fotografias foram tiradas durante atividades de formação do projeto.





ipantes de todo o Brasil. Além de toda a revisão de conteúdos e metodologias, esse processo também está provocando importantes momentos de diálogo com os ex-participantes, parceiros e consultores do Instituto Fonte.





dora dos Programas Educativos Inclusivos da Pinacoteca de São Paulo) e Liliana Sousa e Silva (Assessora Técnica na Unidade de Monitoramento da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo).
“Pra mim, está sendo uma oportunidade muito rica e instigante discutir esse tema da avaliação e dos indicadores culturais, fundamental para pensar nossa prática dentro das instituições e relegada a um segundo plano, quando deveria estar no início, no meio e no fim de nossas ações. Tudo o que a gente puder fazer para fortalecer essas iniciativas de avaliação é válido. É muito legal ver tanta gente motivada a discutir isso”. Gabriela Aidar
desse extremamente importante. Digo isso pelo meu percurso. Eu fiz meu doutorado em Indicadores Culturais, finalizei em 2007 e não tinha interlocutores aqui no Brasil. Minha carreira está correndo em paralelo com a profissionalização da gestão cultural. Minha preocupação é mais metodológica do que de resultados. Já tive a oportunidade de participar de encontros da RBMA em que eu estava sozinha como interlocutora da área cultural. Espero que seja um passo de inserção da cultura para discutir essas questões.” Liliana Sousa e Silva
de uma maneira muito abstrata, de efeitos abstratos, pessoais até, que são difíceis de medir. Mas pensando formatos capazes de se aproximar da avaliação, isso gera um ganho enorme no campo da cultura. Digo isso até por experiência de instituições que realizam projetos maravilhosos, com uma grande abrangência, mas a avaliação acaba sendo muito restrita, relacionada a um ou outro evento. Não dá uma visão de conjunto do que tem sido feito. Um desafio é esse, você pensar do início ao fim um processo de avaliação. E que não precisa ser final e relacionado aos objetivos. Pode estar relacionado ao jeito que o projeto é construído, tratado, dialogado, que leve em conta o envolvimento de todas as partes, desde quem está pensando o programa até quem está utilizando”. Maurício Trindade da Silva